Nenhuma produção artística é um desperdício

Olá, seres humanos e não humanos que leem meu blog! (Saudar vocês desse jeito já está virando rotina, hehe).
Bem, hoje vamos falar sobre uma coisa que eu considero bastante séria. Você já deve saber mais ou menos qual é o assunto só pelo título, certo? Mesmo assim, vou explicar como surgiu a ideia para esse post, só para situar vocês.
Não faz muito tempo, fui ao cinema e acabei assistindo a um filme que não se encaixava em alguma idealização superficial de filme bom. Pois bem, descontextualizando bastante o que vem a seguir, uma pessoa me disse que tal escolha de filme era um desperdício de dinheiro, no me peguei pensando: por quê?

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O primeiro ponto de todos é o quesito entretenimento. Afinal, na maioria das vezes (porque nada pode ser generalizado), qual é o principal objetivo de uma produção artística, qualquer que seja? É claro, ninguém se diverte assistindo a um filme ou lendo um livro do qual não se gosta, porém o fato de que determinado trabalho não agradou à pessoa x ou y, não exclui a possibilidade de que a pessoa alfa se interesse por ele.

Até aí, imagino, apenas falei o que todos já sabiam. Porém, despois disso tudo, vem o quesito aprendizado. Afinal de contas, aprende-se alguma coisa com tudo! Sim, tudo! (Essa é a mesma pessoa que disse que nada pode ser generalizado? Hehe)
Por mais banal que seja, independente da obra em questão, é sempre possível aprender alguma coisa. E não, não estou incluindo apenas as coisas inúteis. É só prestar um pouquinho de atenção.
Vamos pensar por um instante com um pequeno exemplo. Eu, como escritora, também leio bastante (pois não há escritor que não leia) e, todas as vezes, quando leio um bom livro, fico diante de um belo exemplo a se seguir (tá, eu sei que é mais complicado do que isso). Contudo, se por algum motivo esbarro com uma leitura não muito agradável, é quase como ler um manual do que não fazer, o que  se mostra um aprendizado de aplicação muito mais simples e direta.

Agora, mais um clichê. Mesmo que o seu amigo, você, o seu professor, o padeiro ou o Obama não gostem de alguma coisa, tem alguém que vai gostar. E eu estou falando sério. Por mais que pareça que nem a mãe do autor goste da obra, se só quem o produziu gostar, já vale. Afinal de contas, o mais importante nesse ramo artístico é gostar do que você faz, porque se tudo o mais der errado, você ao menos terá se sentido bem nos momentos que passou a sós com o que você estava construindo.

Por isso, crie intensamente, faça o que você gosta e, caso não se sinta bem trabalhando naquilo, pare. Antes de qualquer um, goste do que você está fazendo. Veja os seus erros e evolua, mas sem perder a paixão, pois no dia que ela sumir, já não será aquilo o que você deve fazer.

Se só você, quem criou, gostar do resultado, já não terá sido um desperdício.

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