A montanha e o rio

Olá, seres humanos e não-humanos!
O texto de hoje é simples. Simples como a montanha e o rio. Simples com a natureza que faz tudo, inclusive a simplicidade.
Pronto para encarar? É só clicar em mais informações.

Ali mais embaixo, descendo a colina verdejante, sentindo o vento de encontro ao rosto, sentindo cheiro de grama e de chuva, ouvindo o barulho do rio que corre, vendo sua água brilhar prateada por conta do Sol.
Ali, descendo a montanha, mantando a sede dos pássaros, dando de beber ao gato que mora com aquela velha naquela casa, sendo lar dos pequenos peixes dourados, bailando sem cansar no sentido do destino infindável.
Ali, subindo em direção ao céu, pedra e terra com árvores e passarinhos, lar de insetos, animais rastejantes. A montanha, com um corte brilhante de prata para completar.
Um descendo, o outro subindo.
Sempre juntos. Não dá pra separar.
Um nasce onde o outro termina, e continua onde o segundo há de começar.
Belo rio, cristalino. E a montanha, verdejante.
História simples de narrador galante.
A montanha e o rio.

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