Sonhos nos olhos

Olá, seres humanos e não-humanos!
Bem vindos a mais uma quinta-feira aqui no meu blog. Esse mês nosso assunto de discussãoo será sobre mim. Afinal de contas, Giulia, a única coisa que você faz da vida é escrever?
Para entender melhor minha relação com tudo isso é só clicar em mais informações aí embaixo e ler o restante do post.

Para quem lê meu blog e não me conhece pessoalmente é bem possível que pareça que eu só faço escrever, que ser escritora é meu único objetivo de vida, que não há mais nada que eu me preocupe mais nesse mundo que livros e a minha carreira nada concretizada nesse ramo literário.
Agora, é quando eu desminto todo esse seu pré-pensamento, mas não. Se você pensou isso, não está completamente errado. É claro que eu faço outras coisas da minha vida. Eu estudo, faço exercícios físicos, participo de um grupo de teatro (oi, galera da Vultus!)… e escrevo. Escrevo e leio como se não houvesse amanhã. Pois é, não tem como. É uma coisa que faz parte de mim, algo que carrego comigo há tempo demais para conseguir me livrar.

Agora, retomando. Giulia, você é só escrita? Apenas histórias, papeis e canetas?
Não. Tem mais de mim do que apenas isso. Contudo, tudo o que reside na minha pessoa acaba, mais cedo ou mais tarde, divergindo para esse caminho. Não é por mal nem de propósito. Mesmo que sem querer, sempre acabo registrando as coisas ao meu redor e tudo o que eu penso em meus contos, livros e poemas.

Sou uma pessoa como qualquer outra, mas sou uma pessoa com um sonho. Desde que eu tinha oito anos, eu digo que eu quero ser escritora. Desde que eu tinha oito anos, eu escrevo minhas histórias. Desde que eu tinha oito anos, tentava traduzir meus pensamentos em palavras no papel. Realmente, não tem como separar isso de mim. Nem sei o que eu fazia da vida antes de saber ler e escrever.

Escrever e publicar um livro sempre foi meu sonho. Um sonho latente que ia e voltava, é verdade, mas ainda assim um sonho que nunca me abandonou e que nunca foi abandonado por mim, mesmo que parecesse que ele não estava mais lá. Sonho recém realizado e que, ainda assim, não está completo.

Então não. Não sou só isso, mas isso faz parte de mim o suficiente para não existir uma Giulia sem isso.

Não sei falar apenas sobre livros, mas se for eu quem tiver que puxar conversa, pode ter certeza que mais cedo ou mais tarde o assunto vai chegar a isso. Não é por mal nem falta do que falar, mas é que quando você ama alguma coisa você só quer viver com aquilo em todos os momentos da sua vida, entende?
Se você tem um sonho, deve entender.
Se não tiver, há de ter algum dia.

Então sonhem. Sonhem e realizem seus sonhos, porque pessoas que realizam sonhos são mais felizes.

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