A jornada eterna pelo autoconhecimento

Olá, seres humanos e não-humanos!
Sim, estou de volta, e pelo visto você também, se está lendo isso. O texto de hoje é sobre algo que me acompanha toda a vida, mas sobre a qual eu não costumo falar tanto (não de forma direta). Autoconhecimento não é só muito importante, como algo maravilhoso. O quanto você se conhece? Pra seguir conversando é só clicar em mais logo ali em baixo.

Vamos repetir a pergunta do parágrafo anterior: o quanto você se conhece? E agora, para completar: é o suficiente? Se você não consegue responder essas perguntas é porque provavelmente temos um problema (ou talvez você seja libriano, vai saber). Pouca gente sabe, mas eu sou meio maníaca por autoconhecimento. Uma das coisas mais agoniantes que pode acontecer a mim é não entender ou ser surpreendida alguma reação que eu tenha. Infelizmente, autoconhecimento parece jamais ser pleno.

Querendo ou não, estamos sempre mudando. Novas experiências, novas pessoas, novos lugares, tudo reflete um pouco dentro de nós e nos faz mudar a nossa maneira de agir. Por isso, sempre que você acha que já se conhece por completo, na verdade é hora de voltar para o início e aprender tudo de novo.
Já experimentou olhar para dentro de si mesmo? Você sabe como você reage diante de determinadas situações? Você sabe tudo o que te faz triste e te faz feliz? Você sabe a hora de parar quando já está lotado pelo estresse? Você conhece seu corpo? Os horários e as reações dele? Sim, porque autoconhecimento não se resume apenas ao psicológico.

Convivemos no dia a dia com tudo que faz parte de nós, desde que nascemos até o fim de nossas vidas. Não tem escapatória, então o melhor a fazer é tentar conhecer quem você é. Tentar mudar o que não lhe apraz, e desenvolver as suas qualidades, porque isso é bem mais fácil quando você sabe exatamente o que é cada coisa.

Tente se conhecer mais do que qualquer pessoa no mundo te conhece. Tente saber mais sobre você do que sua própria mãe, ou pai, ou melhor amigo, ou namorada sabem. Mas não vamos confundir esse conhecer-se mais com esconder coisas suas dos outros. O que você vai contar ou as partes suas que você divide com alguém diz respeito apenas a você. Você escolhe com quem vai dividir a sua pessoa. Porém, mesmo que você divida cada segundo da sua vida com alguém, caso você se conheça de fato, vai sempre estar um passo a frente.

Não, nem sempre isso vai ser bom pra você. Falo por experiência própria. Os conflitos internos muitas vezes pipocam todos de uma vez só, e tentar administrar tudo isso mais o que mais que você tenha que fazer mundo afora é barra. Ainda assim, não abro mão de poder saber exatamente o que vai acontecer comigo em determinadas circunstâncias. Afinal de contas, o primeiro passo para resolver qualquer coisa é saber onde essa coisa começa (costuma funcionar).

Como disse já, é uma jornada eterna. Estamos sempre mudando, amadurecendo e nos renovando, e isso está fora do nosso controle. Eu gosto de mim mesma. Eu gosto da Giulia do passado e gosto da Giulia que estou me tornando, e de maneira nenhuma gostaria de mudar qualquer coisa ao meu respeito. Ainda que às vezes não seja agradável, essas coisas fazem parte do que eu sou, e sou exatamente isso: a menina que é a paixonada por escrever, adora matemática e elefantes, que é uma amante de angu com moela e quase nunca usa os dois brincos do mesmo par. Prazer, essa sou eu.

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