Sobre metas não alcançadas

Olá, seres humanos e não humanos!
Pelos deuses, quanto tempo! Sim, eu sei, eu sei. Completa culpa minha que sumi sem aviso, mas é que eu fui tentar salvar uma vaca que estava sendo abduzida e… Quer saber? Não vem ao caso. Acontece que, sim, eu sumi do nada. E é sobre isso que eu vim falar aqui hoje. Okay, não só sobre isso. Se quiser saber um pouco sobre tudo que eu tenho a dizer, só clicar no botão + mais aqui embaixo. Se não estiver afim de dar uma olhada é bom sair correndo que eu tenho meus contatos no inferno. HAha. Brinks. (Ou não, quem vai saber? Mwahahah!)

Pois bem, vou contar uma história. Uma história até meio desinteressante que começa quando entrava 2014. Ganhei uma agenda! E assim, eu fiz minha primeira tentativa de usar uma parada dessa por um ano inteiro. Qual não foi minha surpresa quando eu consegui? (Rá.) Dessa forma, me tornei dependente de tal ferramenta. Chegou então 2015 e, com a nova agenda, tive a brilhante ideia de fazer uma lista de metas. E assim chegamos ao assunto do post.

A questão é a seguinte: não tinha muitas metas. Claro, não eram coisas simples, mas na minha cabeça já estava tudo mais ou menos encaminhado para acontecer de maneira majestosa (okay, majestosa não) na minha vida. Era o seguinte:

  1. Terminar de escrever A canção do Outono.  Também conhecido como o terceiro livro da série que estou escrevendo. O que tinha pra dar errado? Nos dois anos anteriores eu já havia escrito o primeiro e o segundo livro em cada um, respectivamente. Nada mais que o natural terminar o terceiro livro em mais um ano, certo?
  2. Publicar Uma História de Primavera. Também conhecido como o primeiro livro da série que estou escrevendo. Eu já estava me preparando para isso há dois anos, fazendo revisões que não acabavam mais e pesquisando sobre gráficas e produção independente que nem uma louca. Ia dar certo, certo?
  3. Manter o blog atualizado o ano inteiro com meus textos. Em janeiro eu já tinha posts prontos até agosto, escrever mais quatro meses em sete ia ser moleza, certo?

Nananão. Errado. Tudo errado. Absolutamente enganada, senhorita. Nenhuma dessas metas foi cumprida. E é claro, não nego que houveram coisas boas no ano que passou. Conseguir passar de ano sem PAF é uma coisa maravilhosa (e para o caso de você não estudar no mesmo lugar que eu, as PAFs são quase que um pesadelo obrigatório), também publiquei e vendi um número considerável de livros de poesia e mais algumas coisicas que ainda não ouso colocar na internet. Mas, apesar disso tudo, não eram metas. Sem contar que é absurdo não ter conseguido fazer nenhuma das coisas que eu havia planejado.

E então eu me pergunto: por que raios? Por que raios!? A quantidade de provas e trabalhos da escola me sufocando, talvez? Os projetos maravilhosos que tive com o pessoal do teatro? A questão é que não eram pedras no sapato. A não ser é claro a tendência homicida do meu colégio. Não posso usar algum acontecimento para culpar o não aconteciemento de outro. Talvez eu não tenha me planejado bem o suficiente para fazer tudo isso. O ponto é que não foi, não é mesmo? E desse jeito, essas três metas se renovam para esse ano. E digo mais: já estão em curso!

Desistir jamais, mas faça muito drama no caminho. Esse é mais ou menos o lema da minha vida. Então vamos tentando concluir essas metas em 2016. Para todos os que leram até aqui, feliz novo ano. O choro e o estresse faz parte, é irremediável, mas vamos fazendo o que dá pra ser feito e ver até onde dá pra chegar. Gosto de pensar que tudo é possível, tanto que agora estou redigindo uma carta para a Nossa Senhora do Korkovado (vai ler A Arma Escarlate, Maria! E todo mundo que não leu também) reclamando do atraso de quatro anos da minha carta.

Brincadeiras a parte. Não prometo conseguir, mas prometo tentar, tentar muito sério, muito mesmo. Afinal de contas, nada se faz sozinho. Bom ano e boa sorte para todos vocês, que comece mais uma batalha de gladiadores e… Que a força esteja conosco.
PS1: a imagem não tem nada a ver.
PS2: a vaca passa bem.

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